Gripe H1N1: Sintomas e formas de contágio
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Gripe H1N1: Sintomas e formas de contágio



Como a preocupação vem aumentando, infelizmente, entre nós brasileiros em razão dos últimos números acerca dos casos confirmados e das mortes registradas em nosso país devido ao vírus influenza A da Gripe Suína, achei oportuno relembrar os sintomas e as formas de contágio.

O Rio Grande de Sul, em razão de sua localização geográfica, próximo aos países Argentina e Uruguai, tem sido destaque nos jornais e outras mídias devido a elevada taxa de letalidade do vírus (5,22%) no estado, de acordo com os números oficiais publicados hoje, dia 17 de julho.

O Brasil passou a integrar o rol dos países, onde o vírus circula livremente no território nacional. O que isso significa? Significa que qualquer pessoa pode contrair o vírus Influenza A, a qualquer momento e com qualquer pessoa. Antes, os casos confirmados da Nova Gripe se restringiam às pessoas que tinham viajado para algum país com ocorrência da doença ou por ter tido contato por alguém que tivesse viajado.

Agora, vamos dizer assim: "o perigo passou a morar ao lado", seja numa fila de um banco, seja sentada em um ônibus...

É claro que o fato não se encontra em um quadro bastante crítico, mas como ele vem se desenvolvendo é algo a ser considerado bastante preocupante.

Selecionei e estou compartilhando as informações, abaixo, a respeito dos sintomas e das formas de contágio da FolhaOnLine.

Sintomas e como a doença é transmitida

. O que é o vírus da gripe suína?

A gripe suína é causada por um vírus de uma família de vírus que incluem influenza A, B e C. Esta doença é resultado do vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é diferente do H1N1 totalmente humano que circula nos últimos anos, por conter material genético dos vírus humanos, de aves e suínos, incluindo elementos de vírus suínos da Europa e da Ásia.

. Quais são os sintomas?

Os sintomas são muito similares aos de uma gripe comum ou mesmo aos da dengue. O paciente com gripe suína tem febre acima de 39ºC, falta de apetite, dores musculares e tosse. Algumas pessoas com a gripe suína também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia forte.

O período de incubação da gripe - o tempo até que a pessoa desenvolva os sintomas - é de entre 24 e 48 horas, embora não haja confirmação de um padrão para o atual surto.

. Como a gripe é transmitida?

Em casos registrados nos últimos anos, a doença foi contraída por pessoas que tiveram contatos com criações de porcos, mas não há registro de que o mesmo tenha acontecido no atual surto. Ela está sendo da mesma forma que a gripe comum: por via aérea, de pessoa para pessoa, por meio de espirros e tosse. Os especialistas apontam que, normalmente, as partículas com vírus viajam por até um metro de distância.

As pessoas podem transmitir o vírus antes mesmo de sentir os sintomas e depois de já terem melhorado. Os vírus da gripe suína podem ser encontrados não apenas nas secreções nasais, mas nas fezes.

Os vírus da gripe também sobrevivem por dias ou até mesmo semanas em superfícies secas.

Evidências apontam que as pessoas podem se contaminar ao encostar em superfícies contaminadas - como teclados e maçanetas - e depois tocar nariz, olhos ou boca.

. Como se prevenir?

A melhor maneira de se prevenir é evitar as formas mais comuns de contágio - contato com pessoas infectadas ou que apresentem os sintomas e contato com objetos de manuseio por muitas pessoas como maçanetas, teclados e telefones.

O governo mexicano, país onde o surto começou, aconselha que as pessoas evitem apertos de mão e beijos, além do uso de máscaras que cobrem o nariz e a boca ao sair nas ruas.

A União Europeia e Cuba recomendaram ainda que os turistas evitem viajar para os países e áreas infectadas pela gripe suína.

. Quais os riscos da gripe suína?

Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) tenha pedido cautela diante do pânico criado pelo surto de gripe suína, os vírus da gripe são frequentemente fatais. A própria OMS estima que variações da gripe matem de 250 mil a 500 mil pessoas em um ano normal, número que aumenta significativamente durante pandemias.

As últimas pandemias - epidemias generalizadas - ocorreram em 1968, 1957 e 1918.

A gripe pode matar também ao causar uma pneumonia ou ao deixar o sistema de defesa do organismo mais vulnerável a infecções bacterianas.





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